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Forteo 250 mcg/ml - Caneta Injetável - 3ml
Forteo 250 mcg/ml - Caneta Injetável - 3ml


R$ 2.303,00

18 produtos em estoque

FORTÉO
teriparatida (derivada de ADN recombinante)
D.C.B. 08427
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
FORTÉO é uma solução estéril, isotônica, transparente e incolor, para administração
subcutânea contendo 250 mcg de teriparatida por ml. FORTÉO é apresentado em
embalagem contendo uma caneta injetora descartável com cartucho de 3 ml.
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada ml da solução contém:
Teriparatida........................................................................................................250 mcg
Excipientes: ácido acético glacial, acetato de sódio anidro, manitol, metacresol e água
para injeção. Ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio pode ter sido adicionado durante
a fabricação para ajuste do pH.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação do medicamento: FORTÉO forma osso novo, aumenta a densidade mineral óssea
e a força do osso, e como resultado, reduz a chance de ter uma fratura.
Indicações do medicamento: FORTÉO é indicado para o tratamento da osteoporose
com alto risco para fraturas tanto em mulheres na pós-menopausa como em homens. O
alto risco para fraturas inclui uma história de fratura osteoporótica, ou a presença de
múltiplos fatores de risco para fraturas, ou falha ao tratamento prévio para osteoporose
conforme decisão médica.
FORTÉO é indicado para o tratamento de osteoporose associada à exposição prolongada
ao tratamento com glicocorticóide sistêmico em homens e mulheres que tenham alto
risco para fraturas.
Riscos do medicamento: FORTÉO não deve ser usado por: pacientes alérgicos à
teriparatida ou a qualquer dos seus excipientes; pacientes com doenças ósseas incluindo
Doença de Paget; pacientes com níveis inexplicavelmente altos de fosfatase alcalina no
sangue, que pode significar Doença de Paget; crianças ou adultos em crescimento;
pacientes que já tiveram diagnóstico de câncer de osso ou outros cânceres que
espalharam para o osso (metástases); pacientes submetidos a terapias radioativas
envolvendo os ossos; pacientes com altos níveis de cálcio no sangue (hipercalcemia);
mulheres grávidas ou amamentando; pacientes que têm dificuldade de auto-aplicação da
injeção e que não têm ninguém que possa ajudar. Não foram identificadas interações
medicamentosas clinicamente significantes entre FORTÉO e os seguintes
medicamentos: raloxifeno, hidroclorotiazida, furosemida, digoxina, atenolol e
preparações de liberação prolongada de diltiazem, nifedipina, felodipina e nisoldipina.
Não estão disponíveis informações sobre a eficácia e segurança da injeção intravenosa
ou intramuscular de FORTÉO.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis. 2
Informe ao médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a
sua saúde.
Modo de uso: FORTÉO é um líquido límpido e incolor. Não use se aparecerem
partículas ou se a solução estiver turva ou colorida. Administre FORTÉO em injeção
subcutânea uma vez ao dia pelo período que o seu médico prescrever. O uso de
FORTÉO por mais de 2 anos não é recomendado. A dose recomendada é de 20 mcg
uma vez ao dia. Uso da caneta: Siga corretamente as instruções de uso da caneta
presentes no “Manual do Usuário” que acompanha o produto, consultando-o toda vez
que a prescrição for renovada. É importante que o paciente e as pessoas que farão a
administração de FORTÉO recebam orientação adequada sobre as instruções de uso da
caneta. Portanto, é importante ler, entender e seguir as instruções de uso da caneta.
Falhas podem resultar em dose incorreta. Alguns pacientes sentem tontura ou têm
náusea após as primeiras doses. Para as primeiras doses, injete FORTÉO onde você
possa sentar-se ou deitar se sentir tontura. Injete FORTÉO uma vez ao dia na sua coxa
ou abdome (área abaixo do estômago). Você pode usar FORTÉO com ou sem alimentos
e bebidas. Você pode aplicar FORTÉO em qualquer hora do dia. Para ajudá-lo a
lembrar-se de injetar FORTÉO, aplique-o aproximadamente no mesmo horário todos os
dias. Caso haja o esquecimento da aplicação de uma dose ou não puder aplicar
FORTÉO na hora usual, injete-o tão logo seja possível naquele dia. Não tome mais de
uma injeção no mesmo dia. Cada caneta de FORTÉO deve ser usada em até 28 dias
após a primeira injeção. Após o período de uso de 28 dias, descarte a caneta de
FORTÉO, mesmo se contiver alguma solução não utilizada. Nunca compartilhe a
caneta FORTÉO. Injete FORTÉO rapidamente após retirar a caneta do refrigerador.
Coloque a tampa da caneta e coloque-a de volta no refrigerador logo após o uso (Ver
“Manual do Usuário”).
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o
aspecto do medicamento. O prazo de validade está impresso na embalagem e no
rótulo da caneta.
Reações adversas: A maioria das reações adversas é leve e inclui tontura e cãibras nas
pernas. Se você sentir tontura ou tiver náusea após sua injeção, sente-se ou deite-se até
sentir-se melhor. Se você não se sentir melhor, contate seu médico antes de continuar o
tratamento.
Entre em contato com seu médico caso sinta náusea, vômito, prisão de ventre,
indisposição, fraqueza muscular e contrações musculares involuntárias. Estes sinais
podem indicar que há muito cálcio em seu sangue. Você poderá apresentar um ou mais
dos seguintes sintomas no local de aplicação da injeção de FORTÉO: vermelhidão,
inchaço, dor, coceira, gotas de sangue e pele descorada. Estes sinais são geralmente
leves e duram por um período curto.
Estes não são todos os eventos adversos possíveis com FORTÉO. Para mais
informações, converse com o seu médico.3
Os pacientes que estiverem utilizando FORTÉO para o tratamento de osteoporose
induzida por glicocorticóides poderão apresentar as seguintes reações adversas: náusea,
inflamação do estômago (gastrite), infecções que se instalam no pulmão (pneumonia),
dificuldade respiratória (dispnéia), insônia, ansiedade e herpes zoster (tipo de infecção
provocada por vírus), incontinência do trato urinário, indisposição gástrica (dispepsia),
nasofaringite, erupção cutânea e diminuição de peso.
ATENÇÃO: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado
eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não
conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe ao seu médico.
Conduta em caso de superdose: Não foram relatados incidentes de superdose durante
os estudos clínicos. Os efeitos de superdose que podem ser esperados incluem um atraso
no efeito calcêmico e risco de hipotensão ortostática. Náusea, vômito, tontura e dor de
cabeça também podem ocorrer. Não há um antídoto específico para a teriparatida. Se
suspeitar de superdose, interromper o tratamento e procurar o médico.
Cuidados de conservação e uso: FORTÉO deve ser mantido sob refrigeração (2 a
8ºC). Durante o período de uso, o tempo de exposição à temperatura ambiente deve ser
o menor possível e a dose deve ser administrada imediatamente após a retirada de
FORTÉO do refrigerador. Não congelar. Não usar o FORTÉO se tiver sido
congelado. O prazo de validade do produto é de 2 anos quando mantido sob
refrigeração antes do primeiro uso. Após a primeira injeção, o prazo de validade do
produto é de 28 dias.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Este medicamento, depois de aberto (primeira injeção), somente poderá ser
consumido em 28 dias.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Descrição: FORTÉO, teriparatida (derivada de ADN recombinante) [hormônio
paratireoideano humano recombinante (1-34), PTHrh (1-34)], é o primeiro medicamento
de uma nova classe de agentes formadores de osso. A administração diária de FORTÉO
ativa os osteoblastos e estimula a formação de osso novo. A teriparatida tem peso
molecular de 4117,8 daltons e é idêntica ao hormônio paratireoideano humano natural
na seqüência dos primeiros 34 aminoácidos da porção N-terminal.
Propriedades Farmacológicas
Mecanismo de ação: O hormônio paratireoideano endógeno constituído por 84
aminoácidos (PTH) é o regulador primário do metabolismo de cálcio e fosfato no osso e
no rim. As ações fisiológicas do PTH abrangem a estimulação de formação óssea por
efeitos diretos nas células formadoras de osso (osteoblastos), aumentando a reabsorção
tubular renal de cálcio e a excreção do fosfato e aumentando a absorção intestinal de
cálcio. As ações biológicas do PTH são mediadas através da ligação aos receptores
PTH-específicos na superfície da célula. A teriparatida liga-se a esses receptores com a
mesma afinidade do PTH e com as mesmas ações no osso e no rim. Como o PTH
endógeno, a teriparatida não se acumula nos ossos ou em outros tecidos.
Os efeitos esqueléticos da teriparatida dependem do parâmetro de exposição sistêmica.
A administração de teriparatida uma vez ao dia aumenta a aposição de osso novo nas
superfícies trabecular e cortical (endósteo e periósteo) do osso pela estimulação 4
preferencial da atividade osteoblástica sobre a atividade osteoclástica. Estes efeitos
únicos da teriparatida são manifestados por aumentos rápidos na massa óssea e dos
marcadores de remodelação óssea.
Ao contrário, o excesso constante do PTH endógeno, como ocorre no
hiperparatireoidismo, pode ser prejudicial ao esqueleto, pois a reabsorção óssea pode ser
estimulada mais do que a formação óssea.
Farmacodinâmica humana:
Efeitos sobre o metabolismo mineral
A teriparatida afeta o metabolismo do cálcio e do fósforo em um padrão consistente com
as ações conhecidas do PTH endógeno (ex.: aumento no cálcio sérico e diminuição de
fósforo sérico).
Concentrações séricas de cálcio
Quando FORTÉO é administrado uma vez ao dia, a concentração sérica de cálcio
aumenta transitoriamente, começando aproximadamente 2 horas após a administração e
atingindo uma concentração máxima entre 4 e 6 horas (aumento mediano 0,4 mg/dl). A
concentração sérica de cálcio começa a decair aproximadamente 6 horas após a
administração e retorna às concentrações iniciais em 16 a 24 horas após cada dose. Não
foi observada hipercalcemia mantida em qualquer dose estudada.
Em um estudo clínico de homens com osteoporose primária ou hipogonodal, os efeitos
do cálcio sérico foram similares àqueles observados em mulheres na pós-menopausa. O
pico mediano da concentração sérica de cálcio medido 4 a 6 horas após a administração
de FORTÉO foi de 2,53 mmol (99,4 mg/dl) em 12 meses. O pico de cálcio sérico
permaneceu abaixo de 2,76 mmol/L (11 mg/dl) em 98% dos homens a cada visita.
Hipercalcemia prolongada não foi observada.
Excreção urinária de cálcio
Em um estudo com mulheres na pós-menopausa com osteoporose, que receberam
suplementação de cálcio e vitamina D, FORTÉO aumentou a excreção urinária de
cálcio. Os valores medianos nos meses 6 e 12 foram de 30 mg/dia e 12 mg/dia mais
altos, respectivamente, do que aqueles de pacientes tratados com placebo. A excreção
urinária mediana de cálcio foi de 190 mg/dia nos 6 meses e 170 mg/dia nos 12 meses. A
incidência de hipercalciúria (> 300 mg/dia) não foi diferente do que em indivíduos
tratados com placebo.
Fósforo e vitamina D
Em estudos de dose única, a teriparatida provocou reduções transitórias na fosfatúria e
reduções leves transitórias na concentração de fósforo sérico. Entretanto, não foi
observada hipofosfatemia em estudos clínicos com FORTÉO.
Em estudos clínicos com administração diária de FORTÉO, o aumento mediano na
concentração sérica de 1,25-dihidroxivitamina D em 12 meses foi de 19% em mulheres
e 14% em homens, comparado a concentração sérica basal. No grupo placebo, esta
concentração diminuiu em 2% nas mulheres e aumentou em 5% nos homens. A
concentração sérica mediana de 25-hidroxivitamina D, em 12 meses, diminuiu em 19%
nas mulheres e 10% nos homens, comparado com a concentração sérica basal. No grupo
placebo, esta concentração permaneceu inalterada em mulheres e aumentou em 1% nos
homens.
Efeitos sobre os marcadores de remodelação óssea
A administração diária do FORTÉO a homens e mulheres na pós-menopausa com 5
osteoporose estimulou a formação óssea, como mostrado pelos rápidos aumentos dos
marcadores de formação no soro, fosfatase alcalina ósseo-específica (BSAP) e peptídeo
pró-colágeno tipo I carboxi-terminal (PICP). Dados sobre marcadores bioquímicos de
remodelação óssea foram disponíveis nos primeiros 12 meses de tratamento. Foram
observadas em 1 mês de tratamento concentrações máximas de PICP de
aproximadamente 41% acima das iniciais, seguidas por um declínio a valores próximos
dos iniciais após 12 meses. As concentrações de BSAP aumentaram em 1 mês de
tratamento e continuaram aumentando mais lentamente de 6 a 12 meses. Os aumentos
máximos de BSAP atingidos foram de 45% acima dos valores iniciais em mulheres e de
23% em homens. Após a suspensão da terapia, as concentrações de BSAP voltaram ao
valor inicial. Os aumentos nos marcadores de formação foram acompanhados por
aumentos secundários nos marcadores de reabsorção óssea: N-telopeptídeo (NTX) e
deoxipiridinolina (DPD) urinário, consistentes com o processo de acoplamento
fisiológico de formação e reabsorção óssea na remodelação óssea. As alterações na
BSAP, NTX e DPD foram um pouco menores em homens que em mulheres,
possivelmente devido à exposição sistêmica mais baixa à teriparatida em homens.
Farmacodinâmica em homens e mulheres com osteoporse induzida por
glicocorticóide:
Osteoporose induzida por glicocorticóide
O efeito primário dos glicocorticóides sobre o osso é a inibição da atividade
osteoblástica de formação óssea. Os glicocorticóides também aumentam a reabsorção
óssea.
Efeitos sobre os marcadores de reabsorção óssea
Durante os 18 meses de tratamento em um estudo duplo-cego, double-dummy,
controlado com comparador ativo de pacientes com osteoporose induzida por
glicocorticóide que receberam FORTÉO 20 mcg/dia ou alendronato 10 mg/dia, a
administração diária de FORTÉO estimulou a formação de osso novo, conforme
demonstrado pelo aumento inicial na concentração sérica dos marcadores bioquímicos
de formação óssea incluindo BSAP, PICP e peptídeos amino terminal do colágeno tipo I
(PINP) (ver tabela abaixo). FORTÉO também estimulou a reabsorção óssea, conforme
apresentado pelo aumento nas concentrações séricas do telopeptídeo C-terminal do
colágeno tipo I (CTX). O alendronato 10 mg/dia induziu diminuições iniciais na
concentração sérica de BSAP, PICP, PINP e CTX (ver tabela abaixo). Os efeitos de
FORTÉO sobre os marcadores de reabsorção óssea em pacientes com osteoporose
induzida por glicocorticóide foram qualitativamente similares aos efeitos em mulheres
na pós-menopausa que não tomaram glicocorticóides.6
Alterações Percentuais Medianas
a,b
iniciais nos biomarcadores ósseos em pacientes
com osteoporose induzida por glicocorticóide
PINP mcg/L BSAP mcg/L PICP mcg/L CTX pmol/L
Duração do
Tratamento FORTÉO ALN FORTÉO ALN FORTÉO ALN FORTÉO ALN
1 mês 64 -17 19 -5 36 -12 11 -46
6 meses 70 -50 31 -20 0 -27 45 -56
18 meses 35 -48 16 -21 -11 -28 9 -64
a
As alterações percentuais medianas em pacientes tratadas com FORTÉO foram significantemente
diferentes (p < 0,01) comparado com pacientes tratadas com alendronato (ALN) para cada biomarcador
em todos os períodos.
b
Os valores representam as alterações percentuais medianas com n = 54 a 99 entre os 4 biomarcadores em
diferentes períodos.
Concentrações de Cálcio e Fósforo
Nos estudos de pacientes com osteoporose induzida por glicocorticóide, os efeitos de
FORTÉO sobre o cálcio e fósforo séricos foram similares àqueles observados em
mulheres na pós-menopausa com osteoporose e que não tomaram glicocorticóides.
Farmacocinética humana: A teriparatida é amplamente absorvida após injeção
subcutânea; a biodisponibilidade absoluta é de 95%. As velocidades de absorção e
eliminação são rápidas. O peptídeo atinge concentrações séricas máximas cerca de 30
minutos após injeção subcutânea de uma dose de 20 mcg e decai para concentrações não
quantificáveis dentro de 3 horas. As concentrações molares máximas de teriparatida
excedem ligeiramente o limite normal superior para o PTH endógeno em 4 a 5 vezes.
O clearance sistêmico da teriparatida (aproximadamente 62 L/h em mulheres e 94 L/h
em homens) excede a velocidade do fluxo plasmático hepático normal consistente com
ambos os clearances hepático e extra-hepático. O volume de distribuição é de
aproximadamente 0,12 L/kg. A variabilidade entre indivíduos no clearance sistêmico e
no volume de distribuição é de 25% a 50%. A meia-vida da teriparatida no plasma é de
5 minutos quando administrada por via intravenosa e aproximadamente 1 hora quando
administrada por via subcutânea. A meia-vida mais longa após a administração
subcutânea reflete o tempo necessário para a absorção no local da injeção.
Populações especiais:
Geriátricos:
Não foram detectadas diferenças na farmacocinética da teriparatida com relação à idade
(31 a 85 anos).
Sexo:
A exposição sistêmica à teriparatida é de aproximadamente 20% a 30% menor em
homens do que em mulheres. Entretanto, nos estudos clínicos não houve diferenças
quanto ao sexo com relação à segurança, tolerabilidade ou à densidade mineral óssea
(DMO) da coluna lombar em resposta ao peptídeo. Não é necessário ajuste de dose
baseado no sexo.
Raça:
As populações incluídas nas análises farmacocinéticas foram de 98,5% de caucasianos.
A influência da raça não pode ser determinada.7
Pediátricos:
A farmacocinética da teriparatida não foi avaliada em populações pediátricas (ver
ADVERTÊNCIAS).
Insuficiência renal: Não foram identificadas diferenças farmacocinéticas ou de
segurança clinicamente relevantes em pacientes com insuficiência renal crônica leve,
moderada ou grave quando a teriparatida foi administrada em dose única. Pacientes com
insuficiência renal tiveram respostas calcêmicas e calciúricas reduzidas. Não é
necessário o ajuste de dose baseado na função renal. Não foram avaliadas a segurança e
eficácia a longo prazo em pacientes com insuficiência renal significativa.
Insuficiência cardíaca: Não foram identificadas diferenças de segurança clinicamente
relevantes em relação a farmacocinética, pressão sangüínea e pulsação de pacientes com
insuficiência cardíaca estável (Classe I a III da New York Heart Association e evidência
adicional de disfunção cardíaca) após a administração de duas doses de 20 mcg de
teriparatida. Não é necessário o ajuste de dose baseado na presença de insuficiência
cardíaca leve ou moderada.
Insuficiência hepática: As células hepáticas de Kuppfer são os locais principais para a
clivagem do PTH (1-34) e do PTH (1-84) em fragmentos que são eliminados da
circulação principalmente pelos rins. Evidências in vitro sugerem que os hepatócitos não
desempenham um papel significante no metabolismo do PTH. Entretanto, não foram
realizados estudos em pacientes com insuficiência hepática.
RESULTADOS DE EFICÁCIA
Tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa
A segurança e eficácia de FORTÉO uma vez ao dia, por um período de exposição
mediano de 19 meses, foram demonstradas em um grande estudo clínico, duplo-cego,
internacional, multicêntrico, placebo-controlado em 1637 mulheres na pós-menopausa
com osteoporose. Todas as pacientes receberam 1000 mg de cálcio e, no mínimo 400 UI
de vitamina D por dia. Noventa por cento das pacientes no estudo tinham uma ou mais
fraturas vertebrais no início. As radiografias da coluna no início e no final do tratamento
foram avaliadas em todas as pacientes. A avaliação final de eficácia primária foi a
ocorrência de novas fraturas vertebrais.
Efeito sobre a incidência de fraturas
Novas fraturas vertebrais: FORTÉO quando administrado com cálcio e vitamina D e
quando comparado ao cálcio e vitamina D isolados, reduziu o risco de 1 ou mais novas
fraturas vertebrais de 14,3 % nas mulheres no grupo placebo para 5 % no grupo tratado
com FORTÉO. Esta diferença foi estatisticamente significante (p < 0,001), a redução
absoluta no risco foi de 9,3 % e a redução relativa foi de 65 %.
Efeitos sobre fraturas não-vertebrais por fragilidade
FORTÉO reduziu significantemente a incidência de todas as fraturas não-vertebrais por
fragilidade em 53% (placebo, 5,5% versus FORTÉO, 2,6%, redução de risco absoluto,
2,9%, p = 0,015).
Efeito sobre a Densidade Mineral Óssea (DMO)
FORTÉO aumentou rapidamente a DMO da coluna vertebral. Aumentos significantes
da DMO ocorreram já nos 3 meses e continuaram por todo o período de tratamento.
Pacientes tratadas com FORTÉO também tiveram aumentos significantes na DMO do
colo do fêmur e do quadril total, de 3,5% e 3,6%, respectivamente, comparado com 8
placebo. FORTÉO foi eficaz independentemente da idade, taxa inicial de remodelação
óssea e DMO inicial. O tratamento com FORTÉO aumentou a DMO da coluna vertebral
desde o início do tratamento em 96% das mulheres tratadas.
Histologia óssea
Os efeitos da teriparatida sobre a histologia óssea foram avaliados em biópsias da crista
ilíaca de 61 mulheres na pós-menopausa tratadas por até 2 anos com placebo ou
teriparatida 20 mcg ou 40 mcg por dia. Os aumentos na DMO e na resistência à fratura
alcançados com FORTÉO ocorreram sem evidência de toxicidade celular ou efeitos
adversos sobre a arquitetura ou mineralização óssea.
Tratamento da osteoporose em homens
A eficácia de FORTÉO uma vez ao dia foi demonstrada em um estudo clínico duplocego, internacional, multicêntrico, placebo-controlado em 437 homens com osteoporose
idiopática ou hipogonadal. Todos os pacientes receberam 1000 mg de cálcio e no
mínimo 400 UI de vitamina D por dia e foram tratados por até 1 ano. O objetivo
primário de eficácia foi alterado para DMO da coluna vertebral.
Efeitos sobre a Densidade Mineral Óssea (DMO)
FORTÉO aumentou rapidamente a DMO da coluna vertebral em homens, com
aumentos significantes já nos primeiros 3 meses e que continuaram por todo o período
de tratamento.
Homens tratados com FORTÉO tiveram aumentos significantes na DMO da coluna
vertebral, colo do fêmur, quadril total e corpo inteiro. FORTÉO foi eficaz
independentemente da idade, taxa inicial de remodelação óssea e DMO inicial. O
tratamento com FORTÉO por até 1 ano aumentou a DMO da coluna vertebral desde o
início do tratamento em 94% dos homens tratados.
Tratamento de homens e mulheres com osteoporose induzida por glicocorticóide
A osteoporose induzida por glicocorticóide afeta homens e mulheres. A perda de DMO
ocorre após o início do tratamento com glicocorticóide e pode continuar durante a
terapia prolongada com glicocorticóide. A segurança e eficácia da dose diária de
FORTÉO foram examinadas em um estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego,
double-dummy, controlado, com comparador ativo, de 83 homens e 345 mulheres
tomando medicamentos do tipo glicocorticóide sistêmico (prednisona equivalente ≥ 5
mg/dia por ≥ 3 meses consecutivos antes da triagem) e que tiveram T-score de DMO ≤ -
2 no quadril total, colo do fêmur ou coluna lombar ou que tiveram ≥ 1 fraturas por
fragilidade e um T-score de DMO ≤ -1 no quadril total, colo do fêmur ou coluna lombar.
Os pacientes receberam 20 mcg/dia de FORTÉO mais placebo oral (N=214) ou 10
mg/dia de alendronato mais placebo injetável (N=214). Os pacientes receberam 1000
mg/dia de suplementação de cálcio e 800 UI/dia de vitamina D.
A idade média dos pacientes com osteoporose induzida por glicocorticóide foi de 57
anos (intervalo de 22 - 89). A dose basal mediana de glicocorticóide (equivalente a
prednisona) foi de 7,5 mg e a duração mediana do uso de glicocorticóide foi de 1,3 anos.
A DMO basal mediana da coluna lombar foi de 0,85 ± 0,13 g/cm
2
e o T-score foi de -2,5
± 1. Um total de 27% dos pacientes tiveram fratura(s) vertebral(is) prévia(s) e 43%
tiveram fratura(s) não-vertebral(is) prévia(s). Os pacientes tiveram doenças crônicas,
necessitando de tratamento prolongado com glicocorticóide, incluindo 73% com
doenças reumatológicas ou outros distúrbios articulares e músculo-esqueléticos, e 14%
com doenças respiratórias. Não houve diferenças significantes nas características basais
entre os grupos de FORTÉO e alendronato.9
Nos pacientes com osteoporose induzida por glicocorticóide, tanto FORTÉO quanto o
alendronato aumentaram significantemente a DMO da coluna lombar comparado com a
DMO basal dos 3 meses até os 18 meses de tratamento. A figura abaixo mostra as
alterações percentuais médias iniciais na DMO da coluna lombar em pacientes tratados
com FORTÉO ou alendronato que tiveram DMO medidas em cada período. O aumento
na DMO da coluna lombar induzida por FORTÉO foi significantemente maior,
comparado ao alendronato, após 6, 12 e 18 meses de terapia (p < 0,001 do FORTÉO
versus alendronato). Os efeitos relacionados ao tratamento de FORTÉO e alendronato
foram consistentes nos subgrupos definidos por sexo, idade, região geográfica, índice de
massa corporal, doença subjacente, fratura vertebral prévia, dose inicial de
glicocorticóide, uso prévio de bisfosfonatos e descontinuação do glicocorticóide durante
o estudo clínico.
Months since Randomization
Lumbar Spine BMD (mean % change ± SE)
Alendronate 10 mg/day (n=134)
FORTEO 20 mcg/day (n=137)
0 3 6 9 12 15 18
0
2
4
6
8
10
Months since Randomization
Lumbar Spine BMD (mean % change ± SE)
Alendronate 10 mg/day (n=134)
FORTEO 20 mcg/day (n=137)
0 3 6 9 12 15 18
0
2
4
6
8
10
Alteração percentual na DMO da coluna lombar [Média ± DP (Desvio Padrão)] em
homens e mulheres com osteoporose induzida por glicocorticóide
A tabela abaixo mostra a alteração média da DMO da coluna lombar, quadril total e colo
do fêmur em pacientes com osteoporose induzida por glicocorticóide tratados com
FORTÉO ou alendronato. As análises incluíram todos os pacientes com uma medida
basal de DMO e, pelo menos, uma medida pós-basal (a análise foi conduzida até a
última observação).
Alteração média na DMO (g/cm
2
) do início ao término em homens e mulheres com
osteoporose induzida por glicocorticóide
a
FORTÉO 20 mcg/dia Alendronato 10 mg/dia
N Alteração da DMO (%) N Alteração da DMO (%)
Coluna Lombar 198 0,059 (7,2%)
b
195 0,028 (3,4%)
Quadril Total 185 0,026 (3,6%)
c
176 0,017 (2,2%)
Colo do Fêmur 185 0,024 (3,7%)
d
176 0,014 (2,1%)
DMO Coluna Lombar (alt. Média % ± DP)
Meses desde a Randomização
FORTÉO 20 mcg/dia(n-137)
Alendronato 10 mg/dia (n-134)10
a
Alterações dentro do grupo na DMO do início ao término na coluna lombar, quadril total e colo do
fêmur foram significantes (p < 0,01) com FORTÉO e alendronato.
b
p < 0,001, FORTÉO versus alendronato
c
p < 0,001, FORTÉO versus alendronato
d
p < 0,05, FORTÉO versus alendronato
INDICAÇÕES
FORTÉO é indicado para o tratamento da osteoporose com alto risco para fraturas tanto
em mulheres na pós-menopausa como em homens. O alto risco para fraturas inclui uma
história de fratura osteoporótica, ou a presença de múltiplos fatores de risco para
fraturas, ou falha ao tratamento prévio para osteoporose conforme decisão médica.
FORTÉO é indicado para o tratamento de osteoporose associada à exposição prolongada
ao tratamento com glicocorticóide sistêmico em homens e mulheres que tenham alto
risco para fraturas.
CONTRA-INDICAÇÕES
FORTÉO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO A PACIENTES COM
HIPERSENSIBILIDADE À TERIPARATIDA OU A QUALQUER DOS SEUS
EXCIPIENTES.
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
FORTÉO deve ser mantido sob refrigeração (2 a 8ºC). Durante o período de uso, o
tempo de exposição à temperatura ambiente deve ser minimizado e a dose deve ser
administrada imediatamente após a retirada de FORTÉO do refrigerador. Não congelar.
Não usar o FORTÉO se tiver sido congelado. Após a primeira injeção, o produto
deve ser usado em até 28 dias. Após esse período a caneta deve ser descartada mesmo se
ainda contiver produto. O produto deve ser injetado por via subcutânea nas coxas ou
abdômen uma vez ao dia. Para o correto uso da caneta de aplicação, ler e seguir
atentamente as instruções contidas no “Manual do Usuário” que acompanha o produto.
POSOLOGIA
FORTÉO deve ser administrado como uma injeção subcutânea na coxa ou abdome. A
dose recomendada é de 20 mcg uma vez ao dia. Não é recomendado o uso de FORTÉO
por período superior a 2 anos.
Caso haja o esquecimento da aplicação de uma dose ou não puder ser aplicado no
horário habitual, deve-se aplicá-lo assim que possível no mesmo dia. Não administrar
mais que uma dose ao dia.
FORTÉO é um líquido límpido e incolor. Não use se aparecerem partículas ou se a
solução estiver turva ou colorida. Não estão disponíveis informações sobre a eficácia e
segurança da injeção intravenosa ou intramuscular de FORTÉO.
Para uso da caneta injetora, seguir cuidadosamente os passos descritos no “Manual do
Usuário” que acompanha o produto.
ADVERTÊNCIAS
FORTÉO NÃO FOI ESTUDADO EM PACIENTES COM HIPERCALCEMIA. ESTES
PACIENTES DEVEM SER EXCLUÍDOS DO TRATAMENTO COM FORTÉO
DEVIDO À POSSIBILIDADE DE EXACERBAÇÃO DA HIPERCALCEMIA. A
HIPERCALCEMIA DEVE SER EXCLUÍDA ANTES DO TRATAMENTO COM 11
FORTÉO, MAS NÃO É NECESSÁRIA A MONITORAÇÃO DE ROTINA DO
CÁLCIO SÉRICO DURANTE O TRATAMENTO COM FORTÉO.
PACIENTES COM MALIGNIDADES ESQUELÉTICAS OU METÁSTASES
ÓSSEAS DEVEM SER EXCLUÍDOS DO TRATAMENTO COM FORTÉO.
PACIENTES SUBMETIDOS A RADIOTERAPIA EXTERNA OU IMPLANTES
ENVOLVENDO O ESQUELETO DEVEM SER EXCLUÍDOS DO TRATAMENTO
COM FORTÉO.
PACIENTES COM OUTRAS DOENÇAS OSTEOMETABÓLICAS DIFERENTES
DA OSTEOPOROSE PRIMÁRIA (INCLUINDO HIPERPARATIREOIDISMO E
DOENÇA DE PAGET DO OSSO) E AQUELES PACIENTES COM ELEVAÇÕES
INEXPLICADAS DA FOSFATASE ALCALINA SÉRICA GERALMENTE DEVEM
SER EXCLUÍDOS DO TRATAMENTO COM FORTÉO.
FORTÉO NÃO FOI ESTUDADO EM POPULAÇÕES PEDIÁTRICAS. FORTÉO
NÃO DEVE SER USADO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS OU EM ADULTOS
JOVENS COM EPÍFISE ABERTA.
FORTÉO NÃO FOI ESTUDADO EM PACIENTES COM UROLITÍASE ATIVA;
CONTUDO, NENHUM AUMENTO EM UROLITÍASE FOI OBSERVADO NOS
ESTUDOS CLÍNICOS. SE HOUVER SUSPEITA DE UROLITÍASE ATIVA OU
HIPERCALCIÚRIA PREEXISTENTE, DEVE SER CONSIDERADA A MEDIDA DA
EXCREÇÃO DE CÁLCIO URINÁRIO. FORTÉO DEVE SER USADO COM
CUIDADO EM PACIENTES COM UROLITÍASE ATIVA OU RECENTE DEVIDO
AO POTENCIAL DE EXACERBAÇÃO DESTA CONDIÇÃO.
HIPOTENSÃO: EM ESTUDOS CLÍNICOS A CURTO PRAZO COM
TERIPARATIDA FORAM OBSERVADOS EPISÓDIOS ISOLADOS DE
HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA TRANSITÓRIA. TIPICAMENTE, O EVENTO
INICIOU NAS 4 HORAS APÓS A ADMINISTRAÇÃO E DESAPARECEU
ESPONTANEAMENTE DENTRO DE ALGUNS MINUTOS A POUCAS HORAS.
QUANDO OCORREU HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA TRANSITÓRIA,
ACONTECEU NAS PRIMEIRAS DOSES, SENDO ALIVIADA PELO
POSICIONAMENTO DOS PACIENTES EM UMA POSIÇÃO RECLINADA, E NÃO
IMPEDIU A CONTINUAÇÃO DO TRATAMENTO.
IMUNOGENICIDADE: EM UM GRANDE ESTUDO CLÍNICO, OS ANTICORPOS
COM REAÇÃO CRUZADA COM A TERIPARATIDA FORAM DETECTADOS EM
2,8% DAS PACIENTES RECEBENDO FORTÉO. GERALMENTE, ANTICORPOS
FORAM DETECTADOS PRIMEIRO APÓS 12 MESES DO TRATAMENTO E
DIMINUÍRAM APÓS A RETIRADA DA TERAPIA. NÃO HOUVE EVIDÊNCIAS
DE REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE, REAÇÕES ALÉRGICAS, EFEITOS
SOBRE O CÁLCIO SÉRICO OU EFEITOS SOBRE A RESPOSTA DE DMO.
TESTES DE LABORATÓRIO:
CÁLCIO URINÁRIO: FORTÉO PODE CAUSAR PEQUENOS AUMENTOS NA
EXCREÇÃO URINÁRIA DE CÁLCIO, MAS A INCIDÊNCIA DE
HIPERCALCIÚRIA NÃO DIFERIU DOS PACIENTES TRATADOS COM
PLACEBO EM ESTUDOS CLÍNICOS (VER FARMACODINÂMICA HUMANA).
ÁCIDO ÚRICO SÉRICO: FORTÉO AUMENTA AS CONCENTRAÇÕES SÉRICAS
DE ÁCIDO ÚRICO. EM ESTUDOS CLÍNICOS, 2,8% DOS PACIENTES
TRATADOS COM FORTÉO TIVERAM UMA CONCENTRAÇÃO SÉRICA DE 12
ÁCIDO ÚRICO ACIMA DO LIMITE NORMAL SUPERIOR COMPARADO A 0,7%
DOS PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO. ENTRETANTO, A
HIPERURICEMIA NÃO RESULTOU EM UM AUMENTO DE GOTA, UROLITÍASE
OU ARTRALGIA.
CÁLCIO SÉRICO: FORTÉO PODE INDUZIR AUMENTOS PEQUENOS E
TRANSITÓRIOS DO CÁLCIO SÉRICO COM EFEITO MÁXIMO OBSERVADO EM
APROXIMADAMENTE 4 A 6 HORAS PÓS-DOSE. HIPERCALCEMIA
PERSISTENTE NÃO FOI OBSERVADA NOS ESTUDOS CLÍNICOS COM
FORTÉO, NÃO SENDO NECESSÁRIA A MONITORAÇÃO DE ROTINA DO
CÁLCIO SÉRICO DURANTE O TRATAMENTO COM FORTÉO. SE O CÁLCIO
SÉRICO FOR AVALIADO, AS AMOSTRAS DE SANGUE DEVEM SER OBTIDAS,
NO MÍNIMO, 16 HORAS APÓS A INJEÇÃO MAIS RECENTE DE FORTÉO PARA
PERMITIR A DIMINUIÇÃO DO EFEITO DO FORTÉO ADMINISTRADO. SE
HIPERCALCEMIA FOR DETECTADA, O TRATAMENTO COM FORTÉO DEVE
SER INTERROMPIDO PARA AVALIAÇÃO DA CAUSA DA HIPERCALCEMIA.
FUNÇÃO RENAL: NÃO FORAM OBSERVADOS EVENTOS ADVERSOS RENAIS
SIGNIFICATIVOS EM ESTUDOS CLÍNICOS. AS AVALIAÇÕES INCLUÍRAM
CLEARANCE DE CREATININA, MEDIDAS DE URÉIA NO SANGUE,
CREATININA E ELETRÓLITOS NO SORO, DENSIDADE E pH DA URINA E
EXAME DO SEDIMENTO URINÁRIO. NÃO FOI REALIZADA AVALIAÇÃO A
LONGO PRAZO DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL GRAVE,
PACIENTES EM DIÁLISE CRÔNICA OU AGUDA OU PACIENTES QUE
TENHAM UM TRANSPLANTE RENAL.
CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE, DANOS À FERTILIDADE
CARCINOGÊNESE: EM UM ESTUDO INICIAL DE CARCINOGENICIDADE,
RATAS TRATADAS COM INJEÇÕES DE TERIPARATIDA DIÁRIAS DURANTE
TODA A VIDA (2 ANOS) TIVERAM FORMAÇÃO ÓSSEA EXAGERADA DOSEDEPENDENTE E AUMENTO NA INCIDÊNCIA DE OSTEOSSARCOMA. A
TERIPARATIDA NÃO AUMENTOU A INCIDÊNCIA DE NEOPLASIA EM
OUTROS TECIDOS. EM UM SEGUNDO ESTUDO COM RATOS (COM
DURAÇÃO DE 2 ANOS) A OCORRÊNCIA DE OSTEOSSARCOMA FOI
DEPENDENTE DA DOSE E DURAÇÃO DO TRATAMENTO. FOI IDENTIFICADO
UM NÍVEL EFETIVO NÃO-OBSERVADO (NOEL) QUE É 3 VEZES A
EXPOSIÇÃO EM PACIENTES RECEBENDO UMA DOSE DE 20 mcg BASEADO
NA AUC. ESTE ESTUDO FOI REALIZADO PARA DETERMINAR O EFEITO DA
DURAÇÃO DO TRATAMENTO E DA IDADE DO ANIMAL NO
DESENVOLVIMENTO DE TUMORES ÓSSEOS. RATOS FÊMEAS FORAM
TRATADOS POR PERÍODOS DIFERENTES ENTRE 2 E 26 MESES DE IDADE
COM DOSES SUBCUTÂNEAS DE 5 E 30 mcg/kg (EQUIVALENTE A 3 E 20
VEZES A EXPOSIÇÃO HUMANA A UMA DOSE DE 20 mcg, BASEADA NA
COMPARAÇÃO DA AUC). O ESTUDO MOSTROU QUE A OCORRÊNCIA DE
OSTEOSSARCOMA, OSTEOBLASTOMA E OSTEOMA FOI DEPENDENTE DA
DOSE E DURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO. TUMORES ÓSSEOS FORAM
OBSERVADOS EM RATOS IMATUROS DE 2 MESES DE VIDA TRATADOS
COM 30 mcg/kg/dia POR 24 MESES OU COM 5 OU 30 mcg/kg/dia POR 6 MESES.
O FENÔMENO TAMBÉM FOI OBSERVADO EM RATOS MADUROS DE 6 13
MESES DE VIDA QUANDO TRATADOS COM DOSES DE 30 mcg/kg/dia POR 6
OU 20 MESES. OS RESULTADOS NÃO DEMONSTRARAM UMA DIFERENÇA
NA SUSCEPTIBILIDADE À FORMAÇÃO DE TUMOR ÓSSEO, ASSOCIADO AO
TRATAMENTO COM TERIPARATIDA, ENTRE RATOS MADUROS E
IMATUROS. A RELEVÂNCIA DESSES ACHADOS PARA OS HUMANOS É
INCERTA. NÃO FOI OBSERVADO OSTEOSSARCOMA EM ESTUDOS CLÍNICOS
COM TERIPARATIDA. A ELEVAÇÃO CRÔNICA DOS NÍVEIS DE PTH NO
SANGUE, COMO OCORRE CLINICAMENTE NO HIPERPARATIREOIDISMO
PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO, NÃO ESTÁ ASSOCIADA COM UM AUMENTO DO
RISCO DE OSTEOSSARCOMA.
MUTAGÊNESE: A TERIPARATIDA NÃO FOI GENOTÓXICA EM QUAISQUER
DOS SEGUINTES SISTEMAS DE TESTE: TESTE DE AMES PARA
MUTAGÊNESE BACTERIANA COM E SEM ATIVAÇÃO METABÓLICA, TESTE
DE LINFOMA DE CAMUNDONGO PARA MUTAÇÃO DE CÉLULAS DE
MAMÍFEROS, TESTE DE ABERRAÇÃO CROMOSSÔMICA EM CÉLULAS DE
OVÁRIO DE HAMSTER CHINÊS E TESTE DE MICRONÚCLEO IN VIVO EM
CAMUNDONGOS.
DANOS À FERTILIDADE: A TERIPARATIDA NÃO TEVE EFEITOS SOBRE A
FERTILIDADE DE RATOS MACHOS OU FÊMEAS EM DOSES DE ATÉ 300
mcg/kg.
GRAVIDEZ: GRAVIDEZ CATEGORIA C – A TERIPARATIDA NÃO PRODUZIU
EFEITOS TERATOGÊNICOS EM FÊMEAS DE RATOS, CAMUNDONGOS OU
COELHOS. O EFEITO DO TRATAMENTO COM TERIPARATIDA SOBRE O
DESENVOLVIMENTO DO FETO HUMANO NÃO FOI ESTUDADO. FORTÉO
NÃO DEVE SER ADMINISTRADO EM MULHERES GRÁVIDAS.
MÃES LACTANTES: FORTÉO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO A
MULHERES QUE ESTEJAM AMAMENTANDO. NÃO HOUVE ESTUDOS
CLÍNICOS PARA DETERMINAR SE A TERIPARATIDA É SECRETADA NO
LEITE MATERNO.
AJUSTE DE DOSE PARA GRUPOS DE RISCO: NÃO É NECESSÁRIO O
AJUSTE DE DOSE BASEADO NA IDADE, SEXO, FUNÇÃO RENAL, PRESENÇA
DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA LEVE OU MODERADA. NÃO FORAM
ESTUDADOS PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA.
USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
USO PEDIÁTRICO: A SEGURANÇA E EFICÁCIA DE FORTÉO NÃO FORAM
ESTUDADAS EM POPULAÇÕES PEDIÁTRICAS. FORTÉO NÃO É INDICADO
PARA USO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS OU ADULTOS JOVENS COM
EPÍFISE ABERTA (VER ADVERTÊNCIAS).
USO GERIÁTRICO: DAS PACIENTES RECEBENDO FORTÉO NO ESTUDO
CLÍNICO DE TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE DE 1637 MULHERES NA PÓSMENOPAUSA, 75% TINHAM 65 ANOS OU MAIS E 23% TINHAM 75 ANOS OU
MAIS. DOS PACIENTES RECEBENDO FORTÉO NO ESTUDO CLÍNICO DO
TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE DE 437 HOMENS, 39% TINHAM 65 ANOS
OU MAIS E 13% TINHAM 75 ANOS OU MAIS. NÃO HOUVE DIFERENÇAS
SIGNIFICANTES NA RESPOSTA ÓSSEA OU NAS REAÇÕES ADVERSAS
VISTAS EM PACIENTES GERIÁTRICOS RECEBENDO FORTÉO QUANDO 14
COMPARADOS A PACIENTES MAIS JOVENS. ENTRETANTO, UMA
SENSIBILIDADE MAIOR DE ALGUNS INDIVÍDUOS MAIS IDOSOS NÃO PODE
SER DESCONSIDERADA.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
NÃO FORAM IDENTIFICADAS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
CLINICAMENTE SIGNIFICANTES EM ESTUDOS FARMACODINÂMICOS
AGUDOS REALIZADOS ENTRE A TERIPARATIDA E OS SEGUINTES
MEDICAMENTOS: HIDROCLOROTIAZIDA, FUROSEMIDA, DIGOXINA,
ATENOLOL E PREPARAÇÕES DE LIBERAÇÃO PROLONGADA DE
DILTIAZEM, NIFEDIPINA, FELODIPINA E NISOLDIPINA.
A CO-ADMINISTRAÇÃO DE RALOXIFENO COM TERIPARATIDA NÃO
ALTEROU OS EFEITOS DA TERIPARATIDA SOBRE O CÁLCIO SÉRICO OU
URINÁRIO OU SOBRE OS EVENTOS ADVERSOS.
REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
EVENTOS ADVERSOS RELATADOS EM ESTUDOS CLÍNICOS: A
SEGURANÇA DA TERIPARATIDA FOI AVALIADA EM 24 ESTUDOS CLÍNICOS
QUE INCLUÍRAM MAIS DE 2800 MULHERES E HOMENS. QUATRO ESTUDOS
FASE 3 DE LONGO PRAZO INCLUÍRAM UM GRANDE ESTUDO
MULTINACIONAL DUPLO-CEGO, PLACEBO-CONTROLADO COM 1637
MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA, UM ESTUDO MULTINACIONAL DUPLOCEGO, PLACEBO-CONTROLADO COM 437 HOMENS, E DOIS ESTUDOS
ATIVO-CONTROLADOS INCLUINDO 393 MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA.
AS DOSES DE TERIPARATIDA VARIAVAM DE 5 A 100 mcg/dia EM ESTUDOS
A CURTO PRAZO E DE 20 A 40 mcg/dia EM OUTROS ESTUDOS. UM TOTAL DE
1943 DOS PACIENTES ESTUDADOS RECEBERAM TERIPARATIDA,
INCLUINDO 815 PACIENTES COM 20 mcg/dia E 1107 PACIENTES COM 40
mcg/dia. NOS ESTUDOS CLÍNICOS, UM TOTAL DE 1432 PACIENTES FORAM
TRATADOS COM TERIPARATIDA POR 3 MESES A 2 ANOS, DOS QUAIS 1137
PACIENTES FORAM TRATADOS POR MAIS DE 1 ANO (500 PACIENTES NA
DOSE DE 20 mcg/dia E 637 NA DOSE DE 40 mcg/dia). A DURAÇÃO MÁXIMA DE
EXPOSIÇÃO À TERIPARATIDA FOI DE 2 ANOS. EVENTOS ADVERSOS
ASSOCIADOS COM FORTÉO FORAM GERALMENTE LEVES E NÃO
NECESSITARAM SUSPENSÃO DO TRATAMENTO.
NOS DOIS ESTUDOS CLÍNICOS PLACEBOS-CONTROLADOS FASE 3 EM
HOMENS E EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA, A SUSPENSÃO PRECOCE
DEVIDO A UM EVENTO ADVERSO OCORREU EM 5,6% DOS PACIENTES QUE
RECEBERAM PLACEBO E EM 7,1% DOS PACIENTES QUE RECEBERAM
FORTÉO. OS EVENTOS ADVERSOS RELATADOS QUE PARECERAM SER
AUMENTADOS PELO TRATAMENTO COM FORTÉO FORAM TONTURA E
CÃIBRAS NAS PERNAS.
O EVENTO ADVERSO ESTATISTICAMENTE SIGNIFICANTE RELATADO EM
ESTUDOS CLÍNICOS COMPARADO COM O PLACEBO FOI: 15
DOSE DE 20 mcg PLACEBO
MÚSCULO ESQUELÉTICO
CÃIBRAS NAS PERNAS 2,6% 1,3%
SISTEMA DIGESTIVO
NÁUSEA 8,5% 6,7%
VALORES LABORATORIAIS
HIPERURICEMIA 2,8% 0,7%
DURANTE A FASE PRIMÁRIA DE 18 MESES DE UM ESTUDO DUPLO-CEGO,
DOUBLE-DUMMY, CONTROLADO COM COMPARADOR ATIVO EM HOMENS
E MULHERES COM OSTEOPOROSE INDUZIDA POR GLICOCORTICÓIDE, A
DESCONTINUAÇÃO PRECOCE DEVIDO AOS EVENTOS ADVERSOS
EMERGENTES AO TRATAMENTO OCORREU EM 31 PACIENTES (15%)
DESIGNADOS AO TRATAMENTO COM FORTÉO E EM 25 PACIENTES (12%)
DESIGNADOS AO TRATAMENTO COM ALENDRONATO (N=214)
A TABELA ABAIXO LISTA OS EVENTOS ADVERSOS DESTES ESTUDOS
CLÍNICOS EM HOMENS E MULHERES COM OSTEOPOROSE INDUZIDA POR
GLICOCORTICÓIDE QUE PODEM ESTAR CASUALMENTE RELACIONADOS
AO FORTÉO OU QUE OCORRERAM COM UMA DIFERENÇA ≥ 2% ENTRE OS
GRUPOS DE FORTÉO E DE ALENDRONATO.16
Eventos Adversos
a
de um Estudo Clínico Principal em Homens e Mulheres com
Osteoporose Induzida por Glicocorticóide.
FORTÉO
N=214
(%)
ALENDRONATO
N=214
(%)
Porcentagem elevada no
grupo de FORTÉO
Náusea 14 7
Gastrite 7 3
Pneumonia 6 3
Dispnéia 6 3
Insônia 5 1
Ansiedade 4 1
Herpes Zoster 3 1
Porcentagem elevada no
grupo de Alendronato
Incontinência do trato
urinário
6 9
Dispepsia 3 7
Nasofaringite 3 5
Erupção cutânea 1 5
Diminuição de peso 0 4
a
Eventos adversos que podem estar casualmente relacionados ao FORTÉO ou que
ocorreram com uma diferença ≥ 2 % entre os grupos de FORTÉO e de alendronato.
EVENTOS ADVERSOS ESPONTÂNEOS: DESDE A INTRODUÇÃO DE
FORTÉO NO MERCADO, OS EVENTOS ADVERSOS INCLUÍRAM:
- EVENTOS ALÉRGICOS POSSÍVEIS LOGO APÓS A INJEÇÃO: DISPNÉIA
AGUDA, EDEMA ORO-FACIAL, URTICÁRIA GENERALIZADA, DOR NO PEITO
(MENOS QUE 1 EM 1000 PACIENTES TRATADOS COM FORTÉO).
- HIPERCALCEMIA MAIOR QUE 2,76 mmol/L (11 mg/dl) (MENOS QUE 1 EM
1000 PACIENTES TRATADOS COM FORTÉO); HIPERCALCEMIA MAIOR QUE
3,25 mmol/L (13 mg/dl) (MENOS QUE 1 EM 1000 PACIENTES TRATADOS COM
FORTÉO).
- ESPASMOS MUSCULARES, TANTO NAS PERNAS COMO NA REGIÃO
DORSO-LOMBAR, FORAM FREQÜENTEMENE RELATADOS (≥ 1 EM 100
PACIENTES E < 1 EM 10 PACIENTES TRATADOS), OCASIONALMENTE LOGO
APÓS A PRIMEIRA DOSE. FORAM RELATADOS RARAMENTE ESPASMOS
MUSCULARES GRAVES NA REGIÃO DORSO-LOMBAR (MENOS DE 1 EM
10.000 PACIENTES TRATADOS).
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS
PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS
PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO 17
CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME AO SEU
MÉDICO.
SUPERDOSE
Não foram relatados incidentes de superdose durante os estudos clínicos. A teriparatida
foi administrada em doses únicas de até 100 mcg e em doses repetidas de até 60 mcg/dia
por 6 semanas. Os efeitos de superdose que podem ser esperados incluem um atraso no
efeito calcêmico e risco de hipotensão ortostática. Náusea, vômito, tontura e cefaléia
também podem ocorrer.
Nos relatos espontâneos pós-lançamento de FORTÉO houve casos de erro de
medicação, onde conteúdos completos da caneta de FORTÉO (até 800 mcg) foram
administrados como uma dose única. Eventos transitórios relatados incluíram náusea,
fraqueza/letargia e hipotensão. Em alguns casos, não ocorreram eventos adversos como
resultado de superdose. Não foram relatadas fatalidades associadas à superdose de
FORTÉO.
Tratamento da Superdose: Não há um antídoto específico para a teriparatida. O
tratamento da suspeita de superdose deve incluir a interrupção de FORTÉO,
monitorando o cálcio sérico e implementação de medidas de apoio apropriadas, assim
como hidratação.
ARMAZENAGEM
O produto deve ser mantido sob refrigeração (2 a 8°C). Não deve ser congelado. O
prazo de validade do produto nestas condições de armazenagem é de 2 anos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Mineral Density in Postmenopausal Women with Osteoporosis, NEJM, 2001; 344(19):
1434-41.
REEVE, J. Recombinant Human Parathyroid Hormone BMJ, 2002; 23:324(7335): 435-
36.
DEMPSTER, D.W. et al Effects of Daily Treatment with Parathyroid Hormone on Bone
Micro architecture and Turnover in Patients with Osteoporosis: A Paired Biopsy Study,
J Bone Miner Res, 2001; 16(10): 1846-1853
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Therapy on Bone Density in Men with Osteoporosis, J Bone Miner Res; 2003; 18(1): 9-
17.
MARCUS R. et al The Skeletal Response To Teriparatide Is Largely Independent Of
Age, Initial Bone Mineral Density, And Prevalent Vertebral Fractures In
Postmenopausal Women With Osteoporosis, J Bone Miner Res: 2003; 18(1): 18-23
ZANCHETTA JR. et al Effects Of Teriparatide [Recombinant Human Parathyroid
Hormone (1-34)] On Cortical Bone In Postmenopausal Women With Osteoporosis J
Bone Miner Res; 2003; 18(3): 539-543.18
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VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
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